Teresa Santos Pinto
Um romance sobre o que fica quando tudo parece ter acabado.Até o Fim é uma história sobre perda, amor e a coragem de continuar — mesmo quando não sabemos como.Escrito com o coração aberto, para ser lido com a alma em silêncio.

O livro:
Duas mulheres. Um passado que nunca foi dito. As palavras que, finalmente, se escrevem.Mariana cresceu ao lado da avó, mas entre elas sempre houve espaços vazios. Agora, enquanto a vida se dá, percebe que há verdades que não se dizem — mas que se sentem. Que se carregam. E que moldam tudo.Quando Maria percebe que o tempo lhe foge, decide fazer o que evitou durante toda a vida: contar. No seu silêncio, escreve cartas à neta — sobre o amor, o segredo, a dor, e tudo o que se herda sem se saber.Entre o hospital, o palco, um café e uma fotografia antiga, desenrola-se uma história de três gerações de mulheres ligadas por gestos, ausências e afetos que resistem ao tempo.Até o Fim é um romance sobre o que fica quando as palavras não chegam.
Sobre os gestos pequenos que sustentam gerações inteiras.E sobre o amor que, quando é mesmo amor, deixa marcas que não se apagam.

Testemunhos:
Até o Fim é um livro sobre afetos silenciosos, ausências longas e tudo o que fica — mesmo quando parece já ter partido.Mais do que uma narrativa, é uma emoção contada por camadas.
Com uma linguagem íntima, poética e delicada, esta história toca quem já perdeu sem perder de vez, e quem sabe o que é amar em silêncio.

Até o fim, 27 de setembro de 2025
"Nunca soube quase nada sobre ele. Sabia o seu nome. E agora sabia o rosto. E o que mais a inquietava… é que parecia ternura. Mas como é que se sente falta de alguém que nunca se teve?""Viver a tua vida não é esquecer.""Uma pessoa que gosta de mim nunca se colocaria numa posição onde me pudesse perder.""Ela vive em nós, vive nela, vive no futuro que estamos a construir. E acredite, será um futuro bonito."Este livro nasceu de uma frase. Cresceu num silêncio. E chegou aqui.

A AUTORA:
Teresa Santos Pinto escreve com o que sente — mesmo quando não sabe bem como o nomear.
Acredita que há palavras que doem, mas também outras que curam. E é entre essas que constrói as suas histórias.Começou a escrever com 8 anos, porque era como respirar. Não sabia explicar porquê, mas fazia-lhe sentido. Apesar de ter tirado Engenharia e um curso de formação enquanto professora de ballet, acabou por regressar inevitavelmente ao que o seu coração lhe pedia desde cedo — a criação de histórias.Durante muito tempo, escreveu em silêncio, em cadernos escondidos. Eventualmente, percebeu que a escrita não era apenas um refúgio — era também o lugar onde mais se encontrava.
Fez formação em escrita criativa e tem vindo a transformar fragmentos de vida em narrativa.É apaixonada por música, dança e tudo o que mexe com o corpo e a alma. A música é, aliás, a sua maior inspiração.
Até o Fim, o seu primeiro livro, nasceu das melodias de António Zambujo — da leveza triste e doce das suas canções, onde encontrou o tom certo para contar esta história.Gosta de livros que apertam o peito e frases que ficam a ecoar dias depois.
Até o Fim é, segundo ela, o texto mais honesto que já conseguiu escrever.
